quinta-feira, 3 de abril de 2014
Ferramentas tecnológicas nas aulas de Matemática
Nenhuma das inovações tecnológicas substitui o trabalho clássico na disciplina, centrado na resolução de problemas. Estratégias como cálculo mental, contas com algoritmos e criação de gráficos e de figuras geométricas com lápis, borracha, papel, régua, esquadro e compasso seguem sendo essencias para o desenvolvimento do raciocínio matemático.
Entretanto, saber usar calculadoras e conhecer os princípios básicos de planilhas eletrônicas do tipo Excel são hoje demandas sociais. Você deve introduzir esses recursos nas aulas - mas com o cuidado de pontuar que eles não fazem mágica alguma. Ao contrário, sua utilidade se aplica apenas a situações específicas. "O professor deve mostrar que eles são importantes para poupar tempo de operações demoradas, como cálculos e construções de gráficos, quando o que importa é levantar as ideias mais relevantes sobre como resolver a questão", defende Ivone Domingues, coordenadora pedagógica da Escola da Vila.
Enquanto as propostas com calculadora parecem estar mais disseminadas (é comum em várias escolas, por exemplo, utilizá-las para conhecer propriedades do sistema de numeração ou validar contas), o trabalho com planilhas eletrônicas ainda ensaia os primeiros passos. Vale a pena considerar o uso desses aplicativos, já que eles permitem aliar vários conteúdos: coleta de dados, inserção de fórmulas algébricas para cálculos, elaboração de tabelas e tratamento da informação (leia a sequência didática no quadro ao lado).
É importante que as atividades incluam desafios que questionem e ampliem o conhecimento da turma: o que acontece com os resultados da tabela se modificarmos um dos dados da fórmula? E com o gráfico, caso troquemos os valores da tabela? Para mostrar dados cuja soma chega a 100%, qual o tipo mais adequado de gráfico: o de colunas, o de linhas ou o de pizza? "Nessas explorações, o aluno aprende a controlar melhor as alternativas de resolução que a ferramenta oferece", argumenta Ivone.
Por fim, na área de Espaço e Forma, a mesma economia de tempo - dessa vez, na construção de figuras - é possibilitada por programas como o GeoGebra (disponível gratuitamente em www.geogebra.org) e o Cabri Gèométre (pago), que deixam a garotada analisar as propriedades de sólidos e planos, movimentando-os, marcando pontos ou traçando linhas sem a necessidade de redesenhar.
http://revistaescola.abril.com.br/matematica/pratica-pedagogica/ferramentas-tecnologicas-aulas-matematica-476002.shtml
quarta-feira, 2 de abril de 2014
Equação do 1º grau no cotidiano
Observamos a aplicabilidade da equação do 1ºgrau quando vão fazer compras em um mercado, pois uma equação representa uma relação de igualdade entre duas expressões onde, pelo menos uma delas, seja composta por incógnitas(letras). Lembrar que as letras são utilizadas para representar números desconhecidos. A equação funciona como uma balança onde o equilíbrio da balança é a igualdade. No exemplo abaixo temos 4 blocos com (x) g de um lado e 2 blocos de 100g cada de outro , para sabermos quanto vale cada bloco do lado esquerdo temos que usar a igualdade já que estão em equilíbrio. Assim somaremos primeiramente os 4 blocos (x) dando 4x e igualando a somas dos 2 blocos de 100 g resultando 200 g.
Temos:
4 x = 200 g
x = 200/4
x = 50 g

Temos:
4 x = 200 g
x = 200/4
x = 50 g
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